RYANAIR RECEBE COM SATISFAÇÃO AS RECOMENDAÇÕES DA UE PARA GARANTIR A SEGURANÇA NOS VOOS

21 May 2020

A Ryanair, a maior companhia aérea da Europa, recebe com satisfação as recomendações da UE para garantir que os cidadãos europeus possam voltar a voar na União Europeia nas próximas semanas, protegendo a sua saúde e a das tripulações. Estas recomendações eficazes permitem que a Industria turística da Europa retome as operações em julho e agosto.

A Ryanair destaca especialmente a recomendação sobre o uso de máscaras, uma medida já presente nos protocolos da própria Ryanair. A companhia aérea já anunciou a retoma dos seus voos a partir de 1 de julho.

A Ryanair apela uma vez mais aos Governos da Irlanda e do Reino Unido para que revoguem a medida que estabelece a quarentena de 14 dias, uma vez que se trata de uma medida ineficaz que está agora a ser anulada pela maioria dos países europeus que já se manifestaram a favor do uso de máscaras e do distanciamento social.

O CEO do Grupo Ryanair, Michael O’Leary, afirmou:

“As medidas de quarentena de 14 dias são ineficazes. A medida que exige que os passageiros internacionais sejam colocados em quarentena depois de terem utilizado inúmeros transportes públicos na sua deslocação entre o aeroporto e o seu destino final não tem qualquer base científica ou médica. Apelamos veementemente aos governos da Europa, especialmente da Irlanda e do Reino Unido, a que introduzam o uso de máscaras aos passageiros das companhias aéreas, dos comboios e do metro (Londres), uma vez que é a medida mais eficaz para limitar a propagação do Covid-19 em transportes públicos, já que não é possível manter o distanciamento social nestes ambientes.

Recebemos com satisfação a  recomendação da União Europeia sobre o uso de máscaras e apelamos uma vez mais aos Governos para que abandonem as suas restrições de quarentena inexplicáveis, ineficazes e inacessíveis. Os cidadãos europeus podem viajar em segurança nas suas férias de Verão com máscaras e protocolos de controlo de temperatura, mas as quarentenas de 14 dias não têm base científica. São inacessíveis e desnecessárias em circunstâncias em que os passageiros de companhias aéreas, comboios e metro usam máscaras e quando o distanciamento social não é possível”.